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A Evolução do Social Trade · Capítulo 5: Compliance como moat — por que operar dentro do framework é o que separa quem dura de quem some
Regulação não é inimigo do criador. É o filtro que separa o canal de 5 anos do canal de 18 meses. E quem aposta nisso cedo captura a audiência dos que não apostaram. Esse é o quinto e último capítulo da série "A Evolução do Social Trade". Nos quatro anteriores eu mostrei como a categoria evoluiu na execução (Cap 1), na economia do criador (Cap 2), na latência do sinal (Cap 3), e no teto humano do PRO ampliado por agentic AI (Cap 4). Hoje quero terminar com a dimensão que mais
Leonardo policarpo
9 de jul.6 min de leitura


A Evolução do Social Trade · Capítulo 4: O ponto de quebra do PRO — por que existe um teto humano e o que muda quando IA agentico eleva
Dunbar adaptado ao trading: há um número de followers que o PRO atende com qualidade real. Acima dele, é broadcast disfarçado. E o broadcast disfarçado é o que destrói a relação a médio prazo. Em 1992 um antropólogo chamado Robin Dunbar publicou um trabalho mostrando que há um limite cognitivo no número de relacionamentos estáveis que um humano consegue manter — em torno de 150. Esse número, conhecido como "número de Dunbar", virou uma referência em sociologia, design de comu
Leonardo policarpo
9 de jul.5 min de leitura


A Evolução do Social Trade · Capítulo 3: Latência é receita — o imposto invisível do sinal
A receita do canal de sinal não é destruída pelo sinal errado. É destruída pelo sinal certo chegando tarde. E o PRO médio não consegue nem medir. Tem uma economia escondida que ninguém do lado do criador olha direito. Não está nos relatórios de performance. Não está no painel do Hotmart. Não está no número de assinantes do Telegram. Está nos segundos. Latência. O tempo que o sinal demora para sair da sua cabeça e chegar no app do follower. E aqui vai a tese: a destruição de v
Leonardo policarpo
9 de jul.5 min de leitura
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