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Agente, assistente ou automação: o que a sua corretora está realmente comprando
Imagine o robô de trading da sua corretora numa manhã em que o mercado virou de vez — abertura em gap, circuit breaker, um dia que não se parece com nenhum dos últimos mil. O robô faz o que sempre fez: executa a regra, sem hesitar. O problema não é que ele quebrou. É que ele fez exatamente o que foi mandado — e ninguém tinha avisado que o mundo mudou. Isso é automação. E é o que a maior parte do mercado te vende chamando de "IA". A confusão não é pequena: dois terços das ges
Augusto Saúde
há 9 horas3 min de leitura


Por onde começar com agentes de IA na sua corretora
A pergunta não é mais "se". É "por onde". E a resposta que assusta — "monte um time de IA" — é a errada. Se você chegou até aqui na série, já não está se perguntando se a sua corretora vai usar agentes de IA. Está se perguntando por onde começar. E a resposta mais comum — "monte um time de IA, contrate engenheiros, construa a infraestrutura" — é justamente a errada para uma corretora independente. CAPEX alto, talento escasso, time-to-market longo. Enquanto você constrói, o c
Augusto Saúde
há 6 dias2 min de leitura


Escalar IA agêntica sem perder o controle: por que guardrails viram vantagem
A maioria das empresas quer agentes em produção. Só 11% chegaram lá. O gargalo não é o modelo — é o controle. Tem um número que resume o estado da IA agêntica em 2026: só 11% das empresas conseguiram colocar agentes em produção (Deloitte, State of AI 2026), e a Gartner estima que 89% dos pilotos não chegam a escalar. Quase todo mundo quer; quase ninguém opera. E o gargalo não é o modelo de IA — que está cada vez melhor e mais barato. É o controle: dados, governança e seguranç
Augusto Saúde
20 de jul.2 min de leitura
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