top of page
Beta
Versão


Escalar IA agêntica sem perder o controle: por que guardrails viram vantagem
A maioria das empresas quer agentes em produção. Só 11% chegaram lá. O gargalo não é o modelo — é o controle. Tem um número que resume o estado da IA agêntica em 2026: só 11% das empresas conseguiram colocar agentes em produção (Deloitte, State of AI 2026), e a Gartner estima que 89% dos pilotos não chegam a escalar. Quase todo mundo quer; quase ninguém opera. E o gargalo não é o modelo de IA — que está cada vez melhor e mais barato. É o controle: dados, governança e seguranç
Augusto Saúde
há 2 dias2 min de leitura


O que um agente de IA realmente faz por uma corretora
Menos buzzword, mais segunda-feira de manhã: o que muda na mesa do seu assessor. "IA agêntica" vira buzzword rápido. Então deixa eu ser concreto: o que muda, na prática, na mesa do seu assessor? Hoje, boa parte do dia do assessor não é relacionamento — é tarefa. Triagem do lead que chegou pelo WhatsApp, pelo site e pelo e-mail. Registro no CRM. Briefing antes da call. Follow-up depois. O trabalho invisível que ninguém comemora e que come a agenda que deveria estar voltada par
Augusto Saúde
há 6 dias2 min de leitura


Do copiloto ao agente: a virada que vai redesenhar as corretoras
A IA parou de sugerir e começou a executar. Para uma corretora, isso muda a pergunta central da operação. Durante três anos, a conversa sobre IA nas corretoras girou em torno de uma palavra: copiloto. Uma IA que sugere, resume, rascunha — e deixa a decisão e a execução com o humano. Útil, mas coadjuvante. Em 2025, a palavra mudou. Agora se fala em agente. E a diferença, que parece só semântica, é a maior virada operacional do setor desde o home broker. Um agente não sugere: e
Leonardo policarpo
9 de jul.2 min de leitura
Beta
Versão
bottom of page