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Construir agentes ou comprar a camada: a conta que quase nunca fecha internamente
Seis meses atrás, a diretoria aprovou "montar um time de IA". Contrataram dois engenheiros, provisionaram GPU, começaram a construir. Hoje têm um protótipo que funciona nas terças, um roadmap que só cresce e um custo fixo que não para. E, do outro lado da rua, o concorrente que preferiu comprar já está atendendo cliente. A conta do "construir internamente" parece boa no slide e quase nunca fecha na prática. Não porque construir um agente seja impossível — modelos estão aces
Augusto Saúde
1 de set.2 min de leitura


O que um agente precisa provar antes de tocar no dinheiro do cliente
Deixe um agente de IA solto, sem freios, e ele vai "ajudar". Dispara a mesma mensagem para a base inteira num domingo. Promete a um cliente o que não devia. Executa uma ação que ninguém pediu — e ninguém vê até segunda de manhã, quando o estrago já está feito. O agente não estava com defeito. Estava fazendo o que agentes fazem: agindo. Só que sem ninguém ter definido até onde. Esse é o verdadeiro gargalo da IA agêntica em finanças — e não é o modelo. Os agentes estão escala
Augusto Saúde
24 de ago.2 min de leitura


IA na corretora não é um chat na lateral. São quatro agentes, um por camada.
Um investidor entra em contato às 22h, curioso. Ninguém responde até de manhã — e, quando o assessor liga, o interesse já esfriou. Ele agenda a reunião mesmo assim, mas o assessor chega sem contexto. A conversa até vai bem; só que o follow-up nunca sai. Quatro momentos, quatro pontos onde a operação vaza. Repare que não é um problema só. São quatro — e cada um mora numa camada diferente da jornada do cliente. É por isso que "colocar uma IA" na corretora quase nunca resolve:
Augusto Saúde
17 de ago.2 min de leitura
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